sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Terapia do abraço
Estamos nos condicionando a ter o mínimo de contato com o ser humano
É tanta cautela, que todos esses procedimentos tomados têm cada vez mais afastado as pessoas e formado um ser humano desequilibrado e frio. São grades que engaiolam crianças, blindagens contra a liberdade, ensinamentos que não transmitimos por medo de perder o cargo, mãos que não selam acordos. Estamos nos condicionando a ter o mínimo de contato com o ser humano.
Somos seres dotados de afetividade. Afetividade é o que afeta, interfere no íntimo da pessoa. O gênero humano tem por aspiração o ser comunitário. Precisamos viver juntos, necessitamos uns dos outros.
Sentimentos e afetos são parte do todo do ser humano. São faculdades que proporcionam cor e intensidade a cada momento e circunstância da nossa vida e trazem significado em nosso interior sobre pessoas e acontecimentos. Juntamente com o lado racional, as emoções também são alicerces para tomadas de decisão.
Daí, a importância de cultivarmos boas emoções, estarmos sadios afetivamente. E isso acontece por meio do relacionamento, das conversas, da procura da concórdia, dos gestos que demonstram carinho e consideração. Contudo, depois daquele agradável encontro ou ao ser gerada uma boa impressão a respeito de alguém, quando entendemos que amamos e somos amados, o que vem a ser o penhor e coroar todo tipo de relacionamento são as diversas formas de contato, como o toque, o aperto de mãos, o abraço, o beijo, o afago, entre outros. Gestos muito importantes na construção de nossa afetividade, que geram homens e mulheres sadios emocionalmente, pois ao sentirmos o amor pelo calor humano conectamos a impressão psicológica e espiritual ao que experimentamos fisicamente.
Então a partir daí todo gesto de amor que recebemos pode ser sentido pelas três instâncias do ser: Física, Psiquica e Espiritual.
Um exemplo é quando um indivíduo sabe que sua família o ama pelas palavras proferidas ou pelo sustento que lhe garantido, mas se não há o carinho físico, fica faltando uma dimensão.
O amor manifestado para o todo (três dimensões) do ser humano gera segurança e autoconfiança. Sentir a mão de quem amamos nos passa a sensação concreta de porto seguro. Dá uma percepção palpável do amor que antes intuímos pelo lado racional e na alma.
Jesus tocava os doentes e abraçava as crianças e, um dia, disse ao fariseu que O convidou para jantar: “Não me deste o ósculo (beijo); mas esta, desde que entrou, não cessou de beijar-me os pés” (Lc 7, 45). Em referência àquela pecadora que, em seu gesto, demonstrou um amor no qual o anfitrião não o manifestava (cf. Lc 7, 47). Da mesma forma os apóstolos também tocavam nos enfermos e assim ministravam a cura “quando impuserem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados” (cf. Mc 16, 17-18).
Quem sabe hoje não precisemos abraçar alguém que há muito não trazemos para perto do coração e deixemos calar as mágoas passadas num gesto que é imprescindivelmente humano? Talvez até pessoas da nossa família, de dentro de nossa casa que há tempos não sentimos o calor nem o perfume, porque não mais nos aproximamos.
Diminuamos as distâncias e construamos pontes de amor que nos liguem a outras pessoas. Não tenhamos medo de apertar a mão ou envolver com um abraço aquele(a) que não é ainda parte do nosso círculo de amizades. Este gesto pode salvar uma alma. Há muita gente por aí precisando de um abraço, nos hospitais, prisões, asilos ou talvez no trabalho, na escola, alguém que esteja próximo fisicamente de nós. Vidas gritam por isso!
Deus o abençoe!
O mistério do sofrimento
“O sangue de Cristo, ao mesmo tempo que revela a grandeza do amor do Pai, manifesta também como o homem é precioso aos olhos de Deus e quão inestimável seja o valor de sua vida” (João Paulo II).
Paremos para refletir, neste dia, quantos não foram os momentos de dor em nossas vidas, nos quais pensamos: “Eu não vou suportar”, “Eu não mereço este sofrimento”, “Por que tenho de passar por isso?”, “O que fiz de errado?”, “Isso parece um castigo”…
Irmãos, que não sejamos “engolidos” pela atual mentalidade do mundo que se baseia no materialismo prático, na busca do prazer, do ter e no individualismo. As contradições, tribulações e constrangimentos pelos quais passamos em nossa vida são assumidos plenamente por Jesus:
“Sendo rico, fez-se pobre por vós, a fim de vos enriquecer pela pobreza” (II Cor 8,9)
No sofrimento, Jesus realiza plenamente o sentido da nossa existência, porque ninguém como Ele assumiu para si todas as nossas dores, salvando-nos para a vida eterna.
Descobrir o mistério do sofrimento é nos abrirmos para um bem maior: o dom de irmos até o outro, de vencermos nossos preconceitos e de amarmos e valorizarmos a vida!
O sofrimento é uma escola de santidade; é experimentar a misericórdia de Deus, a dignidade e a força salvífica oriundas d’Ele.
Jesus, eu confio em Vós!
http://luziasantiago.com/
Reconquiste para Deus este lugar santo que é o seu lar
Hoje é preciso que cada família faça uma “Cruzada” para reconquistar para Deus esse lugar santo que é o nosso lar. A sua família é um lugar santo! Tão santo como o lugar onde Jesus nasceu, morreu, celebrou a Eucaristia, derramou o Espírito Santo, subiu aos céus. É preciso retomar para Deus o que é de Deus. A sua casa é de Deus.
Nossa casa é um santuário, é o lugar onde Deus quer que a nossa família se santifique. Assim como o templo é santo, nossa casa é santa. Nossa família é e precisa ser canteiro de santidade. Nossa família é como um ninho. Precisamos de um ninho quente, cheio de amor, de afeto, de perdão.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Nada Acontece Por Acaso
Decidiu que pediria comida na próxima casa.
Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água.
Ela pensou que jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite.
Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deves nada.
- Respondeu ela.
E continuou:
- Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.
Ele disse:
- Pois te agradeço de todo coração.
Quando Antônio saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte.
Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente.
Os médicos locais estavam confusos.
Finalmente a enviaram à cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade.
Chamaram o Dr. Antônio.
Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos.
Imediatamente, vestido com a sua bata de médico, foi ver a paciente.
Reconheceu imediatamente aquela mulher.
Determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida.
Passou a dedicar atenção especial àquela paciente.
Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.
O Dr. Antônio pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la.
Ele a conferiu, depois escreveu algo e mandou entregá-la no quarto da paciente.
Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos.
Mas finalmente abriu a fatura algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:
"Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite ass.: Dr. Antônio.
Lágrimas de alegria correram dos olhos da mulher e seu coração feliz rezou assim:
“Graças meu Deus porque teu amor ( Ágape ) se manifestou nas mãos e nos corações humanos."
Moral da estória, o mundo é pequeno, por isso, se você ainda não leu o nosso Ágape, não escutou o nosso Ágape musical e não doou o Ágape.
Doe, porque a doação feita de coração, voltará em graças, sobre graça.
Um forte Ágape!!!!
Jó 22
Então respondeu Elifaz, o temanita, dizendo:
Porventura será o homem de algum proveito a Deus? Antes a si mesmo o prudente será proveitoso.
Ou tem o Todo-Poderoso prazer em que tu sejas justo, ou algum lucro em que tu faças perfeitos os teus caminhos?
Ou te repreende, pelo temor que tem de ti, ou entra contigo em juízo?
Porventura não é grande a tua malícia, e sem termo as tuas iniqüidades?
Porque sem causa penhoraste a teus irmãos, e aos nus despojaste as vestes.
Não deste ao cansado água a beber, e ao faminto retiveste o pão.
Mas para o poderoso era a terra, e o homem tido em respeito habitava nela.
As viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
Por isso é que estás cercado de laços, e te perturba um pavor repentino,
Ou trevas em que nada vês, e a abundância de águas que te cobre.
Porventura Deus não está na altura dos céus? Olha para a altura das estrelas; quão elevadas estão.
E dizes: que sabe Deus? Porventura julgará ele através da escuridão?
As nuvens são esconderijo para ele, para que não veja; e passeia pelo circuito dos céus.
Porventura queres guardar a vereda antiga, que pisaram os homens iníquos?
Eles foram arrebatados antes do seu tempo; sobre o seu fundamento um dilúvio se derramou.
Diziam a Deus: Retira-te de nós. E: Que foi que o Todo-Poderoso nos fez?
Contudo ele encheu de bens as suas casas; mas o conselho dos ímpios esteja longe de mim.
Os justos o vêem, e se alegram, e o inocente escarnece deles.
Porquanto o nosso adversário não foi destruído, mas o fogo consumiu o que restou deles.
Apega-te, pois, a ele, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem.
Aceita, peço-te, a lei da sua boca, e põe as suas palavras no teu coração.
Se te voltares ao Todo-Poderoso, serás edificado; se afastares a iniqüidade da tua tenda,
E deitares o teu tesouro no pó, e o ouro de Ofir nas pedras dos ribeiros,
Então o Todo-Poderoso será o teu tesouro, e a tua prata acumulada.
Porque então te deleitarás no Todo-Poderoso, e levantarás o teu rosto para Deus.
Orarás a ele, e ele te ouvirá, e pagarás os teus votos.
Determinarás tu algum negócio, e ser-te-á firme, e a luz brilhará em teus caminhos.
Quando te abaterem, então tu dirás: Haja exaltação! E Deus salvará ao humilde.
E livrará até ao que não é inocente; porque será libertado pela pureza de tuas mãos.