sábado, 10 de dezembro de 2011

MENSAGEM

Louvar a Deus

A melhor maneira de louvar a Deus é pensar no irmão que sofre, que chora, que não tem roupa com que se cobrir, nem pão com que se alimentar.

Louvar a Deus é, antes e acima de tudo, curvar-se cada pecador na sua própria pequenez, lembrando-se humildemente de que precisa de Deus para lhe conservar a saúde do corpo e a paz do espírito, os bens materiais e os espirituais.

Louvar a Deus é ser humilde e saber servir ao seu próximo com espírito de verdadeira caridade. É ser irmão!

E quem Leu o nosso Ágape, em oração, e quem que já escutou o nosso Ágape musical, sabe que no Ágape estamos sempre louvando ao Senhor.


Um forte Ágape!!!!

Tempo de Aceitar Jesus - Experiencia de Deus

Prudência

Os fracos condenam; os fortes perdoam

Depois de Jesus ter exaltado a pessoa de João Batista, agora Ele se volta para a multidão e lhe dirige uma pequena e rústica parábola das crianças nas praças. O Senhor reconhecia nesse santo um profeta que abria novos caminhos em face da rígida e opressora religião do Templo de Jerusalém e das sinagogas. Jesus se fez discípulo de João, recebendo seu batismo e, depois, Ele próprio inicia Seu ministério com o mesmo anúncio do Batista: “Arrependei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”.

Na elementar parábola narrada por Cristo, um grupo de crianças tenta se comunicar com outro [grupo] com brincadeiras de alegria ou tristeza, porém, o outro grupo as rejeita. Então, o próprio Jesus passa a explicá-la.

João Batista fez seu anúncio da conversão de maneira austera, nas regiões desérticas do Jordão, e foi acusado de “ter um demônio”. Jesus, por sua vez, anunciando a chegada do Reino dos Céus de maneira simples e comum, no meio do povo, comendo com os pecadores e publicanos, é chamado de “comilão e beberrão”.

Os chefes religiosos, que veem em João e em Jesus uma ameaça ao seu poder, procuram difamá-los diante do povo. Porém, o povo excluído e oprimido reconhece a sabedoria da mensagem de Jesus e a recebe com alegria e esperança.

Mas que gente difícil aquela, a quem Jesus fora enviado! Eles haviam recusado a sabedoria de Deus, que primeiro se apresentara no ascetismo de João e depois a condescendência do Senhor para com os pecadores e excluídos de Seu tempo. Corremos o risco de afirmar isso sobre aquela gente do tempo de Jesus. Não será que Cristo nos está dirigindo também a mesmíssima mensagem?

Vivemos tempos muito fortes em críticas, muitas vezes, infundadas, sem pé nem cabeça. E, como ontem, Jesus continua insistentemente nos dizendo: “Com quem vou comparar esta geração?” Ele se apresentou aos homens com uma nova mensagem: mensagem do amor, da paz, da justiça, da partilha, da solidariedade, da reconciliação e, sobretudo, da misericórdia. Mas não foi compreendido e acolhido.

Só os simples, os humildes, os disponíveis, os amigos da verdade a Ele aderiram, reconhecendo n’Ele o ponto de chegada de toda a Lei e os profetas. Os outros, principalmente os chefes do povo, puseram-se contra Ele e O rejeitaram. Todavia, por ser forte, soube compreender os fracos e os reerguer, dando-lhes uma nova dignidade de viver entre os irmãos. Se, quando fracos, condenavam os outros, agora, fortalecidos por Cristo e com Cristo, eles devem perdoar para que permaneçam sempre fortes. Já que os fracos condenam e os fortes perdoam.

Peçamos a Jesus que nos ensine a perdoar para sermos a geração dos fortes, a fim de suportarmos as fraquezas dos mais débeis, como nos ensina São Paulo. Que saibamos suportar os sofrimentos e, neles, descubramos o mistério da cruz de Cristo, que é a fonte da nossa salvação.

Padre Bantu Mendonça


http://blog.cancaonova.com/homilia/2011/12/09/os-fracos-condenam-os-fortes-perdoam/

Qual a maior necessidade da nossa família?

“Vieram pessoas trazendo numa padiola um homem que estava paralisado; eles procuravam fazê-lo entrar e coloca-lo diante dele; e como, por causa da multidão, não viam por onde faze-lo entrar, subiram ao telhado e, através das telhas, fizeram-no descer com a sua padiola no meio da assistência, diante de Jesus. Vendo-lhes a fé, ele disse: ‘Teus pecados te são perdoados’” (Lc 5,18-19).

Aquele homem não tinha mais como ir sozinho, tal era a situação a que ele havia chegado. Foram seus amigos que o colocaram na maca e o levaram para Jesus. Tiveram um grande trabalho porque não tinham como entrar. Mas finalmente conseguiram leva-lo à presença de Jesus.

É assim que precisamos fazer com os nossos. Não podemos parar de trabalhar enquanto não conseguirmos levá-los todos até Jesus. Ao ver aquele homem na padiola, Jesus percebeu que a maior necessidade desse homem era o perdão dos seus pecados.

A maior necessidade dos nossos é essa também. Eles estão nesta situação porque foram para longe de Deus e acabaram no pecado, como aquele homem paralisado. O pecado vai entrevando a peJustificar
ssoa de tal maneira que se torna vão qualquer socorro humano. É preciso o socorro divino.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova

Jó 37

Sobre isto também treme o meu coração, e salta do seu lugar.

Atentamente ouvi a indignação da sua voz, e o sonido que sai da sua boca.

Ele o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra.

Depois disto ruge uma voz; ele troveja com a sua voz majestosa; e ele não os detém quando a sua voz é ouvida.

Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender.

Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à sua forte chuva.

Ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra.

E as feras entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.

Da recâmara do sul sai o tufão, e do norte o frio.

Pelo sopro de Deus se dá a geada, e as largas águas se congelam.

Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz.

Então elas, segundo o seu prudente conselho, se espalham em redor, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo na terra.

Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por misericórdia as faz vir.

A isto, ó Jó, inclina os teus ouvidos; para, e considera as maravilhas de Deus.

Porventura sabes tu como Deus as opera, e faz resplandecer a luz da sua nuvem?

Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos?

Ou de como as tuas roupas aquecem, quando do sul há calma sobre a terra?

Ou estendeste com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?

Ensina-nos o que lhe diremos: porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.

Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado? Ou desejaria um homem que ele fosse devorado?

E agora não se pode olhar para o sol, que resplandece nas nuvens, quando o vento, tendo passado, o deixa limpo.

O esplendor de ouro vem do norte; pois, em Deus há uma tremenda majestade.

Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.

Por isso o temem os homens; ele não respeita os que se julgam sábios de coração.

Discipliana, Por Padre Reginaldo Manzotti