sexta-feira, 29 de abril de 2011

Oração para todos os dias

Jesus Ressuscitado, rolai as pedras do meu caminho!

Ó Deus de grande Misericórdia e Bondade infinita. Eis que hoje venho suplicar pela Vossa Misericórdia as Graças necessárias para mim e para meus familiares:

(Faça agora seu pedido a Jesus Ressuscitado, a Jesus Misericordioso! ...).

Ó Senhor, aumentai em nós sem cessar a Vossa Misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa Santa Vontade durante toda nossa vida e na hora da morte. Que o Poder da Vossa Misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da Nossa Salvação. Jesus é a nossa confiança. Pelo Seu Coração Misericordioso, como por uma porta aberta, esperamos entrar no Céu.

Jesus Misericordioso, Jesus Ressuscitado, eu clamo a Vossa Misericórdia e a Força da Ressurreição. Rolai essas pedras do meu caminho.

Jesus, eu confio em Vós...

Senhor Jesus Cristo, que tendo ressuscitado dos mortos, nos abriu as portas da eternidade. Afugentai as trevas, a discórdia, a desavença, e rolai as pedras do meu caminho, da minha família e do meu ambiente de trabalho.

Jesus Misericordioso, eu clamo a Vossa Misericórdia sobre esta causa:

(Faça novamente o seu pedido)

Jesus Ressuscitado, Jesus Misericordioso, eu clamo o Vosso Poder. Amém.

No poder da tua cruz

Sou um milagre

QUANTO CUSTA O BRASIL PARA VOCÊ?

Lista de Produtos e Serviços

A carga tributária brasileira não é apenas alta. É complexa, estendendo-se por toda a cadeia econômica. Os impostos, taxas e contribuições também alcançam a produção, o in­vestimento, o trabalho, a importação, a exportação, a renda, a propriedade ... E por aí vai. A tabela apresentada a seguir tem apenas o objetivo de exemplificar este sobrepeso tribu­tário ao consumo direto, que afeta a todos os brasileiros, inde­pendente de sua renda. Os dados foram fornecidos pelo IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, com base na carga tributária do Estado de São Paulo. Podem apresentar al­terações devido a eventuais mudanças da política tributária federal, bem como distintas tributações praticadas por Esta­dos, Municípios e Distrito Federal.



Produtos de limpeza e higiene pessoal

Carga tributária

Absorvente higiênico

34,48%

Água sanitária

26,05%

Álcool (material de limpeza)

32,77%

Algodão de limpeza

34,67%

Amaciante

34,30%

Band-aid (curativo)

30,39%

Condicionadores (banho)

37,37%

Cotonetes

34,18%

Desinfetante

26,05%

Detergente

30,37%

Desodorantes

37,37%

Escova de dentes

34,00%

Esparadrapo

28,86%

Esponja de aço (pacote com 4 unidades)

40,62%

Fralda descartável

54,75%

Gaze

29,44%

Papel higiênico (com 4 rolos)

39,94%

Pasta de dentes

34,67%

Sabão em barra

30,37%

Sabão em pó

40,80%

Sabonete

37,09%

Saponáceo

39,30%

Shampoo

44,20%


História da Bíblia Sagrada

Inspiração

Um dos principais conceitos a ser examinado para uma melhor compreensão da Bíblia é o de inspiração. O que significa dizer que os livros bíblicos são inspirados, de onde vem esta inspiração, até que ponto o que é escrito representa a mensagem de Deus ou do hagiógrafo (escritor sagrado)? Ao longo da história, os estudiosos procuraram esclarecer este conceito básico e, é claro, sempre houve divergências entre eles. Apresentamos aqui algumas reflexões sobre este importante conceito.

Na inspiração distinguimos dois aspectos: dogmático e especulativo.

O dogmático pode ser expresso como resposta à pergunta: por que acreditamos que a Bíblia é um livro inspirado? Isto não se pode provar pela própria Bíblia. Busca-se então provar pelo fundamento histórico. Os evangelhos, por exemplo, são históricos. Há uma tradição desde os tempos dos Apóstolos que cita a Escritura como autoridade divina ( Mt 1, 22; Mt 22, 31; Mc 7,10; Jo 10, 35; At 1,16; Lc 22, 37; Heb 3, 7; 10,15 ). Em 2Tim 3,16, aparece pela primeira vez a palavra 'theopneustos', ou seja, inspirada por Deus.

O especulativo pode ser expresso como resposta à pergunta: em que consiste a inspiração? Este é mais complicado e será exposto com mais detalhes.

a) Modo da inspiração

É muito discutido o modo como se dá a inspiração do escritor sagrado. Bañez afirmou que era um ditado. Mas em II Mac 2, 19-23, o autor se refere a um resumo de 5 livros em um só, cujo resumo lhe custou "suores e noites de vigília". Como é que foi um ditado se houve o esforço dele para elaborar a síntese? Do mesmo modo Lucas (Lc l,1) escreve: "depois de haver diligentemente investigado tudo desde o principio, resolvi escrever... ", logo não foi simplesmente um 'ditado' da parte de Deus.

Em reação à teoria do ditado veio outra que disse o contrário: a inspiração é a aprovação que a Igreja dá ao livro. O fato estar colocado no cânon é a garantia da própria inspiração. Esta tese foi defendida por poucos e não teve grande aceitação nos meios católicos.

O Cardeal Franzelin propôs uma nova fórmula: nem tudo é de Deus nem tudo é do homem, mas as idéias são de Deus e as palavras são do homem. Obteve um certo sucesso, mas ainda não explicou de todo. Sto. Tomás de Aquino propusera a teoria da "causa instrumental": são os dois ao mesmo tempo - Deus e o Homem. Ambos estão presentes em toda a obra, Um é o autor principal e o outro o autor secundário. A inspiração eleva, sublima as faculdades do autor. Pode até ser admitida esta teoria, entretanto, convém lembrar que tudo que está na Bíblia é inspirado, embora nem tudo seja revelado.

b) Funcionamento psicológico da inspiração

Em II Mac, conforme mencionado acima, o autor se refere a um resumo do livro que um certo Jazão escreveu. De 5 volumes ele reduziu a um só. Como dizer que isto é palavra inspirada por Deus, como se explica aí a inspiração divina?

Comecemos por analisar as operações do intelecto: apreensão, juízo e raciocínio. Elas seguem um grau de aprofundamento e refinamento do saber. Pode-se ter uma inspiração de Deus logo no primeiro momento (na apreensão), como se pode ter depois, no juízo ou também nos dois. Quando a inspiração é logo na apreensão, se diz 'revelação'. Quando, como no caso do II Mac, a apreensão é do autor, a inspiração se dá no segundo momento, ou seja, no juízo, enquanto na apreciação que ele faz da obra está sendo iluminado pelo Espírito Santo. Na confecção destes livros, a questão da inspiração é que o autor estava iluminado pelo Espirito Santo para dizer o fato corretamente, sem poder errar no julgamento. Embora ele não esteja consciente disso, a ação do Espírito Santo está sendo exercida no seu intelecto.

Mas, pode-se questionar: como se sabe se ele foi ou não inspirado quando nem ele mesmo pode perceber isso? Aí passa a ser uma questão de fé. Tenta-se explicar o fato, mas não se afirma que seja assim. 0 discernir se o livro é ou não inspirado, dado o que acontece com o autor, é alçada da Igreja, que também é inspirada pelo Espírito Santo. É uma questão fundamentalmente de fé.

Por isso, para a definição do livros autênticos, reconhecidos pela Igreja Católica, os Cânones foram aprovados em Concílios, nos quais se discutiram certas dúvidas a respeito de alguns livros, se eram ou não inspirados. Nas discussões, procurou-se ver na historia da Igreja, desde os cristãos primitivos até aquela época, quais os livros que durante os séculos sempre foram lidos nas Igrejas e, baseada no consenso, ela constituiu o cânon. Sem dúvida, a tradição antiga é mais fidedigna, pois está mais próxima dos tempos apostólicos.

Mas, voltando ao conceito do juízo, ele pode ser especulativo ou prático. Especulativo quando tem por fim o verdadeiro; prático guando tem por fim o bem. No caso de Jonas, por exemplo, o juízo do autor não foi especulativo, mas prático. Jonas teve o sonho em que Deus o mandava pregar em Nínive. Ora, raciocinou ele, Javé é Deus de Israel, e não deve ser falado aos pagãos. Então tomou o navio para outro lugar, e aí entra a história da baleia... A finalidade do autor era convencer a todos que Javé era o Deus universal, contra uma certa corrente judia que negava fato, ou melhor, não gostava da idéia.

Para se entender cada página da Bíblia deve-se ter em mente a finalidade, a intenção do autor ao escrever cada parte do livro. Não se pode abrir o livro em qualquer parte e ler tudo com o mesmo espirito. Na antiga concepção de inspiração (ditado) não se considerava este problema. Tudo que lá estava se acreditava "ao pé da letra". Não se podia duvidar. Mas esta é hoje uma prática mais comum em algumas igrejas protestantes, geralmente praticada por pessoas com conhecimentos teológicos limitados e reducionistas.

Uma conseqüência direta da inspiração é o dom da inerrância. Se o livro é inspirado, logo o que contém é verdade. Porém esta verdade não está ali imediatamente evidente, ela precisa ser alcançada pela reflexão animada pela fé, ou seja, a razão e a fé ajudando-se mutuamente.


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A resposta de Deus

Fernanda Brum - Amar você